O mito da pena ressocializadora exclusão social e direito penal

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A presente obra analisa as relações existentes entre exclusão social, trabalho prisional, ressocialização e Direito Penal. Demonstra que, embora o discurso jurídico penal declare que uma das nalidades precípuas da pena privativa de liberdade seja (re) inserir o condenado na sociedade, após o cumprimento de sua pena, esse desiderato não é efetivamente alcançado e que tal discurso resta deslegitimado. Sustenta se, ainda, que, a prisão, criminógena que é, estigmatiza, prisioniza, degrada, produz e reproduz a criminalidade, destinando se a um segmento determinado de indivíduos dentro da sociedade, representado pelos pobres, miseráveis ou consumidores falhos. O nascimento da prisão, o modo como estruturou se, associada ao trabalho, a apropriação que o Direito fez dessa instituição, e a sua prevalência, enquanto punição na atualidade, constituem se em premissas necessárias para a compreensão do complexo fenômeno que culmina com a crise do sistema prisional e a necessidade de repensar se todo o direito penal contemporâneo. E, referidas reflexões perpassam todos os capítulos trabalhados pela autora. Gisela França ressalta que a história da pena privativa de liberdade confunde se com o surgimento do modo de produção capitalista e nos propõe uma leitura crítica e transdisciplinar acerca do nascimento da prisão enquanto pena, assim como, da necessidade ou desnecessidade de sua manutenção enquanto forma de punição a partir de uma perspectiva humanística e garantista..

Livro

Número de Páginas276
AutorGisela frança da costa
DimensõesPeso (kg) 0.400 | AxLxC (cm) 23.00x16.00x2.00
Ano da Edição2024
Data Publicação08/03/2024
Edição1
SituaçãoDisponível
EncadernaçãoBrochura
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