O que não está na mídia está no mundo

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O óbvio contra os jornais Um serviço de mídia criou um cacoete bem feio. Só o que circula nas redes midiáticas é o que existe e, o que é tão mais pior, é só o que existe de bom? O resto ruim fica numa vala comum de mitos, conspirações, fantasias, conspirações de gente que quer atrapalhar o programa evolutivo bem bolado pela elite arrogante que acha que sabe o que é pior e o que é melhor. Não! Existe uma realidade objetiva. A escolha a dedo de fatos revela uma certa intenção ideológica ou política no serviço de comunicação em massa. Se não há qualquer intenção ideológica por trás das manchetes bem arquitetadas, ao menos é obra de gente interesseira e, quiçá, de má fé mesmo, que toma nosso dinheiro como o estelionatário do bilhete premiado engana zoiúdos de boa fé. Não se nega que a consciência da realidade agoniza. Sua Via Crucis vem de Descartes a passos lentos. O diabo sabe esperar. Fantasias como a realidade é apenas percebida (empirismo inglês) ou são mônadas espirituais (Leibniz) negam a existência das coisas fora da mente ou das ideias, embora Descartes tenha afirmado a existência da realidade e até de Deus, pois um ser perfeito e de boa fé jamais criaria uma mente que não pudesse captar representações da realidade e, ainda, como causa eficiente e total, deve tanto existir quanto causar efeitos externos. Kant também entendia que se tenho consciência de mim tenho consciência das coisas que estão fora de mim mesmo separadas por espaço e tempo. Embora sejam questões das mais importantes, não precisamos perguntar para onde vai a sua alma?. Se o direito a informações realmente necessárias sobre uma realidade objetiva não se fundamenta na fé ou na filosofia (Quando voltar, o Filho encontrará fé na Terra?), pelo menos cada um de nós tem um sentimento moral que deve ser respeitado como pessoa humana que somos. Não existem direitos humanos apenas para quem gosta e precisa de publicações elitistas, progressivas. A idiotice pode ter algo a ver com a ação reflexa. Evitemos uma síndrome de Tomé (ver para crer) com a consciência de que os fenômenos falam por si quando vemos os significados espirituais deles. Uma consciência individual foi despertada. A consciência de que direitos fundamentais não são elitistas. São de gente de carne e osso. Se o lema progressista do Sofro, logo existo cai bem numa militância jornalística de interesses coletivistas, Descartes e sua certeza de que somos sujeitos pensantes (Penso, logo existo), bem calibrado, claro, caem como luva para quem hoje consegue ver o idiota que era e, dando testemunho, procura evitar novas vítimas..

Livro

Número de Páginas458
AutorSergio renato de mello
EAN/ISBN9786550350659
DimensõesPeso (kg) 0.100 | AxLxC (cm) 23.00x16.00x2.00
EditoraAutores independentes
ISBN 106550350654
Ano da Edição2023
Data Publicação05/06/2024
Edição1
SituaçãoDisponível
EncadernaçãoBrochura
IdiomaPortuguês
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