Aprender com a loucura modernismo brasileiro e a arte contemporânea global

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Ao longo da história do modernismo europeu, filósofos e artistas foram fascinados pela loucura. Algo diferente aconteceu no Brasil, porém, com a arte dos loucos que floresceu dentro dos movimentos modernistas ali. Entre as décadas de 1920 e 1960, a direção e criação de arte por doentes mentais foi ativamente incentivada por figuras proeminentes tanto da medicina quanto da crítica de arte, o que levou a uma apreciação muito mais ampla entre os curadores das principais instituições de arte moderna no Brasil, onde peças fazem parte de importantes exposições e coleções. Kaira M. Cabañas mostra que no centro dessa defesa estavam proponentes importantes como os psiquiatras Osório César e Nise da Silveira, que defendiam tratamentos que incluíam estúdios de pintura e desenho e o crítico de arte Mário Pedrosa, autor de teses gestaltistas sobre a resposta estética. Cabañas examina a influência duradoura desta era única do modernismo brasileiro e como a vida após a morte desta arte de fora continua a levantar questões importantes. Como respeitamos as experiências dos loucos enquanto seu trabalho é visto pelas lentes da arte global? Por que essa arte está reaparecendo agora que as definições de arte contemporânea global estão sendo contestadas? Aprender com a loucura oferece uma série revigorante de estudos de caso que traçam os paralelos entre o trabalho de pacientes psiquiátricos na Europa Ocidental e sua recepção por artistas influentes de lá, para uma situação análoga, mas totalmente distinta, no Brasil..

Livro

Número de Páginas274
AutorCabañas, kaira m.
EAN/ISBN9788546904853
DimensõesPeso (kg) 0.390 | AxLxC (cm) 23.00x16.00x1.50
Ano da Edição2023
Data Publicação01/09/2023
Edição1
SituaçãoDisponível
EncadernaçãoBrochura
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