Assim falou zaratustra

Descrição do Produto

O mais inclassificável dos livros, Assim Falou Zaratustra, agora em nova tradução de António Sousa Ribeiro, é um dos expoentes do gênio humano. Algures entre o tratado filosófico, o poema, o texto sagrado e a tragédia, este é um livro sem par na história da literatura e da filosofia. Sobre ele, a filósofa Sofia Miguens escreveu Falando através da voz de Zaratustra, Friedrich Nietzsche clama Acordem, ó homens! Acordem para aquilo que eu, o porta voz da vida, o porta voz do sofrimento, vos digo! E o que Nietzsche vem dizer é que a realidade não é racionalidade, mas vontade de poder, que os homens sofrem com a vontade de criação, mas que essa vontade pode chegar a querer se a si mesma, pode chegar a querer o Eterno Retorno, pode chegar a querer exatamente aquilo que é. Esse pensamento do Eterno Retorno só poderá, no entanto, ser pensado pelo Übermensch, o super homem, aquele que superou o homem porque sobreviveu à Morte de Deus, i.e., à constatação da ausência de qualquer finalidade moral para o Universo e para a vida. O super homem sobreviveu à Morte de Deus e sobreviveu também ao niilismo passivo, à vontade de nada como vontade de extinção. O seu niilismo tornou se um niilismo ativo, diferente do desejo schopenhaueriano de dissolução e de morte, vistas como a única cura para a individuação. E assim, na imagética de Assim Falou Zaratustra, o espírito, na sua vida sobre a terra, deixou de ser o camelo, que carrega, deixou de ser o leão, que reage violentamente e quebra amarras, e passou a ser a criança – a leveza da existência e o Sim à vida..

Livro

Número de Páginas418
AutorFriedrich, nietzsche
EAN/ISBN9789724425887
DimensõesPeso (kg) 0.500 | AxLxC (cm) 23.00x16.00x3.00
EditoraEdicoes 70 (alta books)
ISBN 109724425886
Ano da Edição2022
Data Publicação01/10/2022
EncadernaçãoBrochura
  • VTEX

Copyright © 2013. Todos os direitos reservados.
Todas as marcas e suas imagens são de propriedade de seus respectivos donos.
É vedada a reprodução, total ou parcial, de qualquer conteúdo sem expressa autorização.