Princesas produção de subjetividade feminina no imaginário de consumo

Descrição do Produto

Era uma vez... Um livro se abre. Um filme começa. Uma história conta dificuldades e superações. Uma figura se torna o espelho para uma criança cuja identidade está em formação. Enredos seculares, imagens cativantes, canções que emocionam tudo é feito para arrebatar. Personagens com os quais nos identificamos formam nosso ideal de eu. Por mais de cinquenta anos, Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida ensinaram várias gerações que uma princesa, a moça perfeita, modelo de ser, é nobre, boa, cuidadosa, amiga, prestativa, bela e asseada. Perguntar por que meninas, e alguns meninos, querem ser princesas, é pensar o que induz as pessoas a almejarem determinados modos de vida, mesmo quando inatingíveis. Desde os anos 1980, analisar como produções criam mitos subjetivos se torna uma relevante pauta educacional e os estereótipos, modelos de ser e viver, passam a ser discutidos. Personagens acabam sendo reinventados porque padrões mudam. Princesas ogras, princesas sem príncipes, princesas indígenas, princesas sereias, princesas africanas, princesas que amam bibliotecas ainda assim as princesas continuam indo para cozinha, as princesas são obrigadas a arrumar bagunça, princesas não podem deixar de esfregar o chão. Princesas têm muitas cores de pele, mas ainda são prioritariamente magras, ágeis e esguias, se apresentam como vencedoras que superam desafios, companheiras fiéis e jovens cheias de encanto. Apesar das figuras variarem, as lições continuam as mesmas. Aprender a lição é descobrir o felizes para sempre..

Livro

Número de Páginas166
AutorZordan, paola
EAN/ISBN9788544434499
DimensõesPeso (kg) 0.250 | AxLxC (cm) 21.00x14.00x1.00
EditoraEditora crv
ISBN 108544434495
Edição1
SituaçãoDisponível
EncadernaçãoBrochura
  • VTEX

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